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quinta-feira, 27 de agosto de 2009

Prática regular de ioga é associada a melhores hábitos alimentares

Os adeptos da ioga têm um motivo a mais para praticá-la regularmente. Além de ajudar a buscar equilíbrio emocional e a trabalhar o corpo, também está associada a melhores hábitos alimentares. De acordo com um estudo americano realizado pelo do Centro de Pesquisa do Câncer Fred Hutchinson, a ioga faz com que as pessoas comam conscientemente, relação não observada com outros tipos de atividade física, como caminhar e correr.

Os pesquisadores haviam constatado que pessoas de meia-idade envolvidas com a técnica milenar indiana ganharam menos peso durante o período de dez anos de análise. Decidiram, então, trabalhar com a hipótese de que isso não era apenas um resultado de colocar o corpo em ação, mas da consciência adquirida por meio da ioga.

Para comprovar a suposição, mais de 300 pessoas de Seattle, nos Estados Unidos, responderam a um questionário. A ideia era contar com participantes fisicamente ativos e com peso médio dentro da normalidade. Mais de 40% praticavam ioga por mais de uma hora por semana, 46% caminhavam ao menos 90 minutos semanais e 50% se dispunha a fazer exercícios moderados ou árduos acima de 90 minutos por semana. Mais de 80% dos voluntários eram mulheres, com média de 42 anos.

O índice de massa corporal (IMC) era menor em quem se dedicava à ioga (média de 23,1, enquanto os outros obtiveram 25,8) e as pontuações mais altas do questionário de consciência alimentar foram associados a um menor IMC, o que sugere que comer o necessário, sem se render a impulsos de ansiedade e depressão, por exemplo, desempenha um papel importante na manutenção do peso a longo prazo.

"Essa capacidade de ser calmo e atento durante o desconforto físico da ioga ensina como manter a calma em outras situações desafiadoras, como não comer mais, mesmo quando o alimento é gostoso, e não comer quando você não estiver com fome", disse o pesquisador Alan Kristal.

sábado, 6 de junho de 2009

Alimentação e saúde


A dieta do tipo sangüíneo foi desenvolvida pelo médico naturopata Dr. Peter J. D'Adamo e publicada em seu livro "Eat Right For Your Type" (Se Alimente Corretamente de Acordo com seu Tipo de Sangue), publicado em 1996 nos Estados Unidos. Muitos especialistas discordam da teoria proposta pelo Dr. D'Adamo, alegando falta de comprovação científica em grande parte de suas afirmações, porém, isso não irá ser tratado aqui.

Basicamente, a dieta do grupo sanguíneo segue a premissa de que:

Cada grupo sanguineo (A, B, AB e O) devem seguir dietas específicas

Para cada grupo sanguíneo, os alimentos podem ser classificados como:

benéficos: alimentos que previnem e tratam doenças

neutro: alimentos que não previven doenças porém também não prejudicam à pessoa nocivos: alimentos que podem agravar ou causar danos à pessoa

Mas o que cada grupo sanguíneo pode comer?

Sangue Tipo O

São carnívoros com aparelho intestinal forte e necessitam comer proteínas animais diariamente, caso contrário, estão propensos a desenvolver doenças gástricas como úlceras e gastrites devido a alta produção de sucos gástricos

Alimentos Benéficos:

Carnes: bovina, carneiro, vitela, cordeiro Peixes: bacalhau, badejo, sardinha, linguado, salmão Laticínios: Queijo de leite de cabra, queijo de soja Frutas: ameixa, nozes, figo, sememte de abóbora Verduras: abóbora, brócolis, espinafre, alface romana, acelga, salsa Cereais: Evitar Outros: azeite de oliva

Alimentos Neutros:

Carnes: frango e peru Peixes: atum, camarão, lagosta Laticínios: mussarela, manteiga, queijo minas Frutas: noz pecãn, castanhas, avelã, pinha Verduras: abobrinha, agrião, inhame Cereais: farelo de arroz, farinha de trigo integral Outros: óleo de canola

Alimentos Nocivos:

Carnes: carne de porco e derivados como presunto e bacon Peixes: caviar, salmão defumado, polvo Laticínios: creme de leite, iogurte, leite (integral ou magro), a maioria dos queijos, sorvete Frutas: laranja, morango, côco, amora, amendoim, castanha do pará, pistache, castanha de caju, abacate Verduras: berinjela, champignon, milho, repolho Cereais: aveia, trigo, cuscuz e pão branco Outros: óleo de milho, óleo de amendoim

Sangue Tipo A

São vegetarianos com aparelho intestinal sensível e têm dificuldades para digerir proteínas de origem animal, pois sua produção de suco gástrico é mais limitada.

Alimentos Benéficos:

Carnes: evitar carnes vermelhas Peixes: bacalhau, salmão vermelho, salmão, sardinha, truta Laticínios: queijo de soja, tofu Frutas: abacaxi, ameixa, cereja, figo, limão, amora, damasco Verduras: abóbora moranga, alface romana, acelga, brócolis, cenoura, acelga, alcachofra, cebola Cereais: farinhas de centeio, arroz, soja e aveia, pão de farinha de soja Outros: alho, molho de soja, missô, melaço de cana, gengibre, chá verde, café normal, vinho tinto

Alimentos Neutros:

Carnes: frango e peru Peixes: atum, pescada Laticínios: iogurte, mussarela, ricota, iogurte c/ frutas, coalhada, queijo minas Frutas: melão, passas, pêra, maçã, morango, uva, pêssego, goiaba, kiwi Verduras: agrião, chicória, milho, beterraba Cereais: fubá de milho, flocos de milho, cevada Outros: açúcar branco, chocolate, alecrim, mostarda (seca), noz-moscada, manjericão, açúcar mascavo, manjericão, orégano, canela, hortelã, salsa, salvia

Alimentos Nocivos:

Carnes: bovina, carneiro, cordeiro, pato, porco e derivados, vitela Peixes: mexilhões, lagostim, salmão defumado, caviar, ostra, lagosta, camarão, caranguejo. Laticínios: creme de leite, sorvete, leite magro e integral, manteiga, requeijão Frutas: caqui, carambola, côco Verduras: repolho, tomate, inhame, batata, berinjela, batata doce Cereais: Creme e germe de trigo, farinha de trigo integral, pão preto, pão integral, farinha branca, granola Outros: alcaparras, gelatina pura, pimenta em grão, vinagre, cerveja, licor, chá preto, refrigerante

Sangue Tipo B

Podem tolerar dieta mais variado e o único tipo de sangue que tolera bem laticínios em geral.

Alimentos Benéficos:

Carnes: carneiro, cordeiro, coelho, veado Peixes: bacalhau, salmão, linguado, badejo, caviar, sardinha Laticínios: iogurte, mussarela, coalhada, leite, queijo, ovos, ricota Frutas: abacaxi, bananas, mamão, uvas, ameixa fresca Verduras: batata doce, cenoura, berinjela, inhame, beterraba, brócolis, couve, repolho Cereais: arroz integral, aveia integral Outros: gengibre, salsa, açafrão, hortelã, pimenta, ginseng, gengibre, sálvia

Alimentos Neutros:

Carnes: carne bovina, peru, vitela Peixes: arenque, truta, atum, lula Laticínios: leite soja, queijo parmesão, queijo soja, manteiga, requeijão, leite integral Frutas: morango, laranja, kiwi, passas, pêra Verduras: abóbora, agrião, alface, acelga, aipo, cogumelos, espinafre Cereais: granola Outros: café, vinho branco, cerveja, chá preto, chá de amora, hortelã, camomila

Alimentos Nocivos:

Carnes: frango, pato, porco, presunto Peixes: lagosta, camarão, anchova, caranguejo, polvo, ostra, polvo, mexilhão Laticínios: queijo fundido e roquefort, sorvete com leite Frutas: caqui, carambola, coco Verduras: alcachofra, azeitonas, tomate, broto de feijão, milho verde Cereais: farinha de trigo, milho, centeio Outros: canela, maisena, pimenta branca e do reino, gelatina pura, refrigerantes, bebidas destiladas

Sangue Tipo AB

Necessitam de uma dieta equilibrada contendo um pouco de tudo.

Alimentos Benéficos:

Carnes: carneiro, coelho, cordeiro e peru Peixes: atum, bacalhau, cavala, sardinha, garoupa, truta Laticínios: coalhada, iogurte, mussarela, ricota, queijo cottage Frutas: abacaxi, ameixa, cereja, figo, limão, kiwi, uva, framboesa Verduras: aipo, alho, beterraba, berinjela, brócolis, couve-flor, pepino Cereais: arroz, farinha de centeio, de trigo, aveia Outros: curry, alho, missô, gengibre, camomila

Alimentos Neutros:

Carnes: faisão, fígado Peixes: arenque, linguado, carpa Laticínios: leite e queijo de soja, leite desnatado, requeijão Frutas: ameixa seca, pêra, passas, mamão, maçã, pêssego Verduras: broto de bambu, cebolinha, escarola, agrião, vagem Cereais: cevada, germe de trigo, granola Outros: açafrão, mel, açúcar, melaço, chocolate, vinho.

Alimentos Nocivos:

Carnes: bovina, frango, porco, presunto e vitela Peixes: anchova, camarão, caranguejo, lagosta, linguado, ostra, mexilhão, siri Laticínios: leite integral, creme de leite, queijo parmesão, brie, provolone, roquefort, manteiga Frutas: banana, caqui, goiaba, laranja, manga Verduras: alcachofra, milho verde, nabo, pimentão, rabanete Cereais: farinha de cevada, de milho, trigo sarraceno, cereais matinais, amido de milho Outros: alcaparras, tapioca, vinagre, mel de milho, anis, maisena, malte de cevada, pimenta do reino e vermelha.

Alimentos que funcionam


A saúde vem da mesa. Este pensamento há muito difundido entre os ambientalistas agora começa a ganhar coro junto aos cientistas. Cientistas estão comprovando certas doenças como do coração, osteoporose e até o câncer podem ser evitadas com uma alimentação saudável e balanceada.

Esses alimentos que curam foram alçados à uma nova categoria, a dos alimentos funcionais, que além de nutrir, trazem benefícios à saúde. E o mais legal é que esses alimentos já podem ser encontrados nas prateleiras dos grandes supermercados.

Margarina que reduz o colesterol, leite que evita problemas cardíacos e soja que reduz os sintomas da menopausa são alguns dos alimentos funcionais em comercialização no Brasil.

Mas quais os benefícios que eles trazem e de que maneira eles agem? O Ômega 3, por exemplo, é uma molécula encontrada em peixes como salmão e sardinha e que foi adicionada ao leite para ajudar a diminuir o colesterol.

Já a Fitosteróis, substância extraída das plantas, está sendo adicionada à margarina para reduzir o colesterol ruim, que é mais prejudicial à saúde. A soja, cujos benefícios há tempos vêm sendo estudados, está sendo utilizada para prevenir doenças cardiovasculares. Ma os benefícios dessa plantinha podem ser bem maiores: há estudos em andamento que indicam que a soja evitaria a osteoporose, o câncer de mama e útero e os sintomas causados pela menopausa.

Alimentos brasileiros deverão informar os valores nutricionais

Os rótulos dos alimentos brasileiros agora deverão informar as quantidades de todos os seus componentes nutricionais. A exigência está contida na resolução baixada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária, a ser publicada no Diário Oficial da União.

Entre as informações que as embalagens dos produtos deverão disponibilizar, estão as quantidades de calorias, gorduras, colesterol, carboidratos, fibras, cálcio, ferro, sódio e proteínas contidas nos alimentos.
A medida visa permitir aos consumidores que não tenham dúvidas quanto as características nutricionais dos alimentos que ingerem. As informações, segundo o Ministério da Saúde, permitem aos consumidores comparar e escolher os alimentos a serem ingeridos. Além disso, órgãos internacionais de defesa dos consumidores têm exigido a ampliação das informações nos rótulos das embalagens.

As informações nutricionais também vão ajudar as pessoas com problemas de obesidade e que desejam limitar o consumo de gorduras e colesterol. Elas poderão escolher os alimentos que tenham menores quantidades. Assim como pessoas que desejam uma alimentação rica em ferro e cálcio poderão se basear nos rótulos dos alimentos.

As informações deverão ser apresentadas na forma de tabela, em lugar visível, com letras legíveis, e os componente devemsser listados na mesma ordem em todos os alimentos, conforme modelo estabelecido pelo Ministério da Saúde. A tabela terá formato vertical ou horizontal, conforme o tamanho do rótulo. Esse padrão é utilizado em países como EUA, Espanha, Reino Unido, Portugal e Formosa.

Outra obrigatoriedade será a de que o valor desses nutrientes seja apresentado não só para a quantidade de 100 gramas, como era exigido até então, como também para porções de referência de consumo, uma vez que ninguém consome exatamente 100 gramas de um mesmo alimento.

As porções estão sendo estabelecidas de acordo com a ingestão usual de pessoas maiores de cinco anos em cada ocasião de consumo dentro de uma dieta saudável.

As medidas têm base no que estabelece o Food and Drug Admistration (FDA), órgão responsável pela normatização dos alimentos nos Estados Unidos, e foram adaptadas aos hábitos alimentares dos brasileiros.

Cuidado com as ervas que emagrecem


De uns tempos para cá as ervas passaram a ter outra associação: a de poderosos emagrecedores, lotando as prateleiras de lojas de produtos naturais e farmácias de manipulação.


Entretanto, a maioria dessas plantas, que prometem emagrecimento sem esforço, ainda não tem registro no Ministério da Saúde, e por isso, antes de sucumbir à essas fórmulas, é bom conhecer essas ervas primeiro.

Alcachofra e boldo
Alcachofra e boldo aumentam a fabricação da bílis, que atua como um detergente no organismo e auxilia na quebra das gorduras durante a digestão.

Garcínia
A garcínia possui uma substância chamada ácido hidrocítrico, que induz a quebra da gordura. Mas ainda há muita polêmica sobre sua eficácia: a quantidade de calorias perdidas neste processo não é considerada significativa.

Cáscara-sagrada
A planta age no intestino com efeito laxante, fazendo com que os alimentos digeridos sejam eliminados rapidamente, o que também reduz a absorção dos nutrientes, mas há quem afirme que a cáscara sagrada agride o órgão. Estudos indicam ainda que o intestino fica dependente e não funciona mais sozinho.

Carqueja
A carqueja tem leve efeito diurético e ajuda na digestão. Acredita-se também que possa diminuir a entrada de glicose no organismo.

Fucus
Um tipo de alga que, ao se misturar com a água, daria a sensação de estômago "cheio". O fucus é também fonte de iodo e poderia ativar o metabolismo da tiróide. É contra-indicado para quem tem pressão alta e problemas na tiróide.

Quer um rosto sem rugas? Capriche na dieta

O segredo de uma pele jovem pode estar no prato. É o que revela um novo estudo australiano publicado no Journal of the American College of Nutrition. Ao analisar os hábitos alimentares de 400 adultos na Austrália, na Grécia e na Suécia, os pesquisadores notaram que tinha menos rugas quem se esbaldava com vegetais, frutas, óleo de oliva e peixes. Segundo eles, os responsáveis pelo feito são os famosos antioxidantes, encontrados nesses alimentos e agora também presentes nas fórmulas de diversos cosméticos.

Tudo da uva se aproveita nos cremes

Químicos e dermatologistas da Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos, ficaram quatro meses comparando os efeitos do creme para rosto manipulado com óleo de sementes de uva com outra fórmula que, além desse ingrediente, incluía um extrato feito a partir da polpa e da casca da fruta. O segundo apresentou, de longe, melhores resultados. O óleo das sementes já era usado em cosméticos. Ele é riquíssimo em uma família de moléculas, a dos polifenóis, capaz de combater os famigerados radicais livres por trás de rugas, manchas e outros sinais do tempo, como a perda do viço. Agora, pelo jeito, a onda é aproveitar a fruta inteirinha — a marca francesa Lancôme, aliás, foi uma das pioneiras nesse sentido, ao lançar sua linha Vinéfit no ano passado.

Depilação definitiva no pote

As mulheres que sofrem com pêlos em lugares indesejáveis podem comemorar. Já está no mercado norte-americano um creme que promete acabar com
o problema de uma vez por todas. À base da substância eflornithine, o produto age diretamente no folículo piloso – local onde nasce o cabelinho – e inibe sua atividade. "É o primeiro depilatório indicado pelos médicos e não causa efeitos colaterais", garante a dermatologista Shirlei Borelli, de São Paulo.
O inconveniente é que o uso deve ser contínuo pois, sem o creme, o pesadelo volta. Outro problema é o custo, já que ele ainda não é fabricado no Brasil e deve ser adquirido em importadoras. A novidade é uma ótima opção para quem tem pele escura e não pode se expor ao tratamento com laser devido ao risco de queimaduras.


sexta-feira, 5 de junho de 2009

Fuja da má alimentação no supermercado

A vida moderna exige cada vez mais praticidade, pois o tempo é cada vez mais curto. Isto se aplica também à alimentação. Como escolher alimentos saudáveis nas prateleiras dos supermercados? Uma tarefa que pode parecer fácil, mas que exige alguns cuidados. Já está provado que uma vida saudável depende, em muito, de alimentos naturais, assim como também já fora desmistificado que os industrializados não prejudicam a saúde de ninguém. Então, diante deste dilema, o que colocar no carrinho?


Segundo os nutricionistas, pode-se levar de tudo, desde que haja qualidade nos produtos. A seguir, algumas dicas valiosas para os consumidores que não se deixam enganar pelas aparências. Munido dessas dicas, os consumidores podem fazer uma compra mais saudável.

Carnes
No supermercado, elas são 100% frescas. Fique de olho na validade: ela não deve ultrapassar quatro dias. Se o prazo for mais longo significa que a carna possui conservantes. Prefira carnes não congeladas e mais magras e brancas, que são mais saudáveis e menos gordurosas. Consuma carnes gordurosas, como porco, carneiro, linguiça e bacon, a uma vez por semana. A qualidade da carne pode ser conferida apertando-a com o dedo. Ela deve ceder e voltar ao normal. Se isso não ocorrer, ela está comprometida. Fica atento também a cor (ela deve ser viva) e ao cheiro (deve ser característico). Evite comprar carnes temperadas.

Leite e derivados
Fuja dos leites desnatados. Quem estiver de regime, opte pelos semidesnatados e corte em outras calorias. Já as crianças devem sempre tomar leite integral. As embalagens longa-vida são mais indicadas pelo processo de esterilização. Já existe no mercado os leites enriquecidos, que são ótimas fontes nutritivas.
Para cortar calorias, prefira os queijos brancos; quanto mais amarelo, mais gordura. Entre requeijão light e os normais, prefira os últimos, pois a diferença de gordura entre eles é mínima. Fique com os iogurtes naturais, pois os adicionados com frutas contém vários aditivos. É melhor levar um natural para casa e bater com fruta.

Margarina e manteiga
Para combater o colesterol, dê preferência às margarinas. De resto, prefira a manteiga, mais saudável porque é natural. A margarina, embora menos gordurosa, possui conservantes.

Óleos
Líquidos de vegetais, como soja, milho, canola e girassol, especialmente se for usado para frituras. Já a manteiga e margarina não são indicadas para fritura, porque liberam uma substância prejudicial ao estômago.

Verduras
Observe sempre o aspecto dos vegetais: devem ser consistentes, com cores vivas e intensas. As cascas de batata e pimentões, por exemplo, não devem conter rugas. Se não estiverem lisas, é porque passaram do ponto. Escolha maços intactos, sem áreas deterioradas. Leve no máximo dois tipos de verduras, para evitar que elas estraguem sem consumir todas de uma vez. Vegetais já picados ou ralados são práticos, mas perdem vitamina por causa do contato com o oxigênio. Os pré-cozidos também não são indicados porque as fibras ficam abrandadas.

Frutas
Leve banana, laranja e maçã, ricas, respectivamente, em potássio, vitamina C e fibras. Varie as cores das frutas: mais amareladas, avermelhadas e claras, as substâncias que dão cor protegem contra doenças.

Conservas
Geralmente contém sal e por isso são contra-indicadas para quem sofre de hipertensão ou quer fugir do sódio. Prefira alimentos conservados em água (atum, por exemplo), pois os óleos retém mais gordura. Também opte pelos vidros, pois as latas podem enferrujar.

Cereais matinais
Alimentos ricos em fibras, compostos geralmente por farelos ou flocos de cereais como aveia, trigo, arroz, milho e frutas desidratadas. Uma restrição: evite os com açúcar refinado.

Pães, bolos e bolachas
Não há diferença de valor nutricional entre o pão francês e o de forma tradicional. Prefira o pão integral com gergelim, por exemplo. São mais nutritivos e como possuem mais fibras, auxiliam o funcionamento dos intestinos. Para quem deseja perder peso, as prateleiras estão recheadas de pães integral light, com menos calorias.
Os bolos recheados e com coberturas não devem ser consumidos todos os dias. Escolha bolachas com cereais e sem recheios, como água e sal e maizena. As recheadas e amanteigadas possuem alto teor de sal, açúcar e gordura.